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Celpe-Bras Lição 6 – Tarefas 1 a 4

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  1. Material do exame

A Parte Escrita compõe-se de um Caderno de Questões, contendo os enunciados das tarefas e uma folha de rascunho para cada tarefa, e de um Caderno de Respostas.

Ao concluir a versão final das Tarefas, envie-as dentro de um único arquivo.

 

  1. Identificação

Confira seus dados e assine seu nome na capa do Caderno de Respostas.

 

  1. Tempo

A Parte Escrita do exame tem duração de 3 horas, assim distribuídas:

Tarefa 1 (vídeo): 30 minutos, incluída a exibição do vídeo;

Tarefa 2 (áudio), 3 e 4 (textos escritos): 2 horas e 30 minutos, incluída a escuta do áudio e a leitura dos textos escritos.

Se você não terminar a Tarefa 1 no tempo indicado, poderá voltar a ela no decorrer da Parte Escrita.

Ao apertar o “play” não precisa voltar o vídeo ou áudio, pois eles irão tocar novamente.

Por favor, Seja justo com você mesmo. Limite-se a apertar o play apenas uma vez!

 

  1. Instrumentos de Escrita

As respostas devem ser escritas à caneta esferográfica azul ou preta. Rasuras só serão aceitas se não dificultarem a leitura do texto. As respostas que apresentarem uso de corretivo ou que tiverem sido feitas a lápis serão anuladas.

 

  1. Rascunhos e anotações

Eles não precisam ser digitalizados.

 

  1. Legibilidade das Respostas

As respostas devem ser escritas com letra legível.

 

  1. Espaço para respostas

As respostas deverão limitar-se aos respectivos espaços reservados no Caderno de Respostas.  Textos escritos no Caderno de Questões, em folhas trocadas do Caderno de Respostas ou no verso dos espaços reservados no Caderno de Respostas não serão corrigidos, resultando na invalidação das respectivas tarefas.

 

TAREFA 1

Você é uma personalidade pública que defende as causas ambientais. Com base na reportagem sobre a Cooperativa D’Esperança, escreva um texto que será publicado na sua página do Facebook falando sobre a importância do trabalho realizado pela cooperativa e convidando os fãs de sua página para colaborarem financeiramente com a fundação.

 

 

 

TAREFA 2

Você é funcionário da Secretaria Muncicipal de Meio Ambiente de Fortaleza.

Com base no áudio sobre reaproveitamento da água, envie um email para seus amigos e colegas de trabalho falando sobre a importância de se reutilizar a água e dando dicas para a reutilização desse líquido precioso.

 

 

TAREFA 3

Você é aluno do curso de geografia. Com base na reportagem abaixo, escreva um texto com o tema “energia solar” que será publicado numa revista chamada “Notícias da Terceira Idade”.

 

Brasileiros investem em energia solar para economizar na conta de luz.

Com a energia elétrica subindo de preço, tem cada vez mais gente descobrindo que vale a pena usar a luz do sol para reduzir a conta.

O motorista Joel Franklin já não sabia mais como baixar a conta de luz que estava nas alturas. E olhando da varanda: “Pensei: o sol aqui, como se vê, é bem disponível, então, nasceu essa ideia de montar um aquecedor solar”, diz.

Só tinha um problema: “O preço muito alto do aquecedor solar”, reclama. O orçamento ficou em R$ 3 mil. E como o governo não dá incentivo, ficou difícil. O preço das placas é o que mais encarece o sistema.

Mas Joel não desistiu. Quando conheceu Rafael Xavier, viu que era possível. O engenheiro ambiental ensinou a fazer um aquecedor solar bem baratinho, de R$ 500 a R$ 800: “Os componentes são materiais plásticos. A placa de PVC é pintada de preto, o tubo de PVC é encaixado nela e ela se transforma em um excelente coletor de energia solar, que vai esquentar a água e levar essa água quente para o reservatório, armazenando ao longo da noite para a pessoa tomar banho e economizar energia elétrica do chuveiro”, explica Rafael.

Agora, na casa de Joel tem água quente o dia todo. E, claro, sem ter que ligar o chuveiro na energia elétrica. E o melhor: dois meses depois da instalação do aquecedor solar, a conta de luz dele já teve uma redução de mais de 20%.

De olho na economia, o engenheiro mecânico Euler de Carvalho Cruz também instalou um aquecedor solar para o chuveiro, mas daqueles convencionais. Investiu R$ 20 mil em uma pequena usina. No telhado, tem 18 metros quadrados de placas que geram o dobro de energia que ele gasta em casa. O que sobra, Euler vende para a concessionária de Minas Gerais: “Na conta eu não pago nada, aliás pago uma tarifa básica de ligação”

Desde 2012, o governo permite que o consumidor produza energia a partir de fontes renováveis e forneça para a distribuidora o que sobrar. Não há pagamento em dinheiro. Mas o consumidor fica com o crédito para abater no que for gastando.

Só que alguns estados cobram ICMS pela energia que o cliente “emprestou” para a concessionária durante o dia e que vai resgatar durante a noite. Em Minas não tem essa cobrança.

Para quem está pensando na ideia, antes de implantar o sistema em casa é preciso saber as regras de cada companhia elétrica. No país, 5% das casas têm aquecimento solar. E das 723 micro ou mini usinas que existem, 679 são solares. A maioria delas está em Minas Gerais.

E para quem ainda está em dúvida: “Vale muito a pena, não vale pouco, não, vale muito!
Eu acho que se a pessoa sentar e fizer uma continha na pontinha do lápis imediatamente vai instalar um sistema parecido com esse”, afirma o engenheiro Euler de Carvalho Cruz.

Fonte: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2015/08/brasileiros-investem-em-energia-solar-para-economizar-na-conta-de-luz.html

 

TAREFA 4

Com base na reportagem abaixo, elabore uma carta endereçada ao senador Paulo Paim elogiando seu Projeto de Lei sobre os catadores de material reciclável.

 

Câmara regulamenta profissão de catador

Foi aprovado na última semana, na Câmara Federal, o Projeto de Lei 6.822, de 2010, de autoria do senador Paulo Paim, que regulamenta as profissões de Catador de Materiais Recicláveis e de Reciclador de Papel, estabelece os requisitos para o exercício dessas atividades e determina o registro na Delegacia Regional do Trabalho. O relator do projeto foi o deputado federal Marçal Filho (PMDB), que deu parecer favorável para o PL que segundo ele dignifica o trabalhador que atua nessa área.

“Há anos essa categoria sofre com o estigma de serem classificados como catadores de lixo, sendo que na verdade são trabalhadores que exercem um papel muito importante na sociedade, porque são agentes ecológicos que ajudam a preservar o meio ambiente através da coleta seletiva de materiais recicláveis”, justificou o parlamentar.

Segundo o deputado, diversas profissões surgiram e outras passaram por mudanças nas últimas duas décadas. No caso específico dos catadores de materiais recicláveis, por exemplo, existe há anos, mas só agora está sendo reconhecida. “Esse projeto propõe o reconhecimento, a valorização e o resgate histórico de uma classe de trabalhadores que muito vem contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e o bem-estar da sociedade. A partir da aprovação desse PL será possível a elaboração de parâmetros tecnológicos e sociais, tais como formação profissional, qualificação e principalmente representação sindical, além de relação e organização do trabalho, em suas diferentes etapas e processos”, enfatizou o parlamentar

Marçal Filho salienta que a profissionalização dessa categoria é de grande relevância por conta do e seu indiscutível alcance social e econômico. “É uma medida que traz dignidade há uma classe de trabalhadores, que até então, não vem sendo reconhecida com devido valor que merece. Ignorar ocupações como as de catadores e recicladores de papel faz com que essas pessoas fiquem totalmente desamparados. E a regulamentação dessa profissão dá a oportunidade para que esses trabalhadores sejam contemplados em políticas públicas”, explicou o parlamentar.

Para a coordenadora do projeto Flor de Lata, Ju Espíndola, o deputado foi bastante sensível e solidário com a classe que é formada em sua maioria por famílias de baixa renda e que há anos vem sofrendo com o preconceito e discriminação. “Ele lançou a pedra fundamental e deu um passo importante para a construção de uma sociedade mais justa e economicamente sustentável”, disse a líder.

Ju Espíndola conta ainda os direitos adquiridos por esses trabalhadores. “Agora eles terão direito a aposentadoria e todos os demais benefícios que qualquer outro trabalhador tem há anos. Queríamos mais legisladores com esse perfil e essa sensibilidade. Ainda bem que Dourados e o Mato Grosso do Sul tem o Marçal Filho. A classe e toda a população agradecem essa ação tão nobre”, comemorou.

Fonte:

http://www.douradosagora.com.br/noticias/brasil/camara-regulamenta-profis-sao-de-catador

 

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